PARTE 2
“Pare de tratar como prioridade quem te trata apenas como opção.”, essa era mensagem que aparecia no visor do aparelho celular de Bruno, e fora mandada em número confidencial.
E em um momento de distração veio em sua mente um rosto bastante conhecido. Ele só não conseguia entender porque aquela mensagem o remeteu á lembrança de sua melhor amiga. Então ele não pensou duas vezes e discou o número que sua memória mantém bem guardado. Ele precisava de alguém que pudesse o ajudar a entender o que e quem mandaria aquela mensagem pra ele.
_ Alô! – uma voz suave disse do outro lado da linha.
_ Oi Flavinha. – Bruno respondeu á voz da amiga. – Tudo bem com você? – a voz de Bruno era calma e carinhosa todas as vezes que se dirigia á Flávia.
_ Bem, e você? – Flávia também costumava ter o mesmo tom com Bruno, mas naquele momento estava diferente. Sua voz aparentava estar triste.
_ Na verdade não... – confessou ele seguido de um suspiro dela do outro lado. – Nós precisamos conversar...
_ É verdade, nós precisamos muito conversar! – ela disse num tom triste que preocupo o jovem rapaz.
_ Eu posso passar aí na sua casa mais tarde, quando sair do serviço? – perguntou ele.
_ Aham... – ela se bastou ao dizer. – Até mais tarde. – E ele só pode ouvir o barulho do telefone sendo desligado.
A forma como a conversa se passou entristeceu mais ainda Bruno, que ficou agoniado com a tristeza da amiga. Ela que sempre esteve alegre e brincalhona todos os dias desde que se conheceram.
Como já estava muito distraído e não conseguiria voltar sua atenção ao trabalho, abriu seu perfil num destes sites de relacionamentos e foi direto no álbum de fotos. Os amigos... Para Bruno aquelas pessoas tinham um papel fundamental em sua vida. Em cada festa, cada aula, cada choro... Em todos os momentos eles estavam presentes.
_ Flávia... – foi o que ele sussurrou quase que inconscientemente assim que a foto na tela do computador era somente dos dois juntos. Ela sorria olhando pra ele que fazia uma careta para a foto. Ela que era sua confidente, sua companheira, sua conselheira, ela era simplesmente tudo pra ele. Mas ele ainda insistia em dizer que amava outras, e ela era apenas sua melhor amiga.
Enquanto Bruno ainda não havia descoberto o amor que sentia por Flávia, ela já sofria por saber o que sentia por ele.
Depois que recebeu a ligação de Bruno não parava mais de pensar nele, ou melhor, não parava de pensar no que iria falar pra ele, pois pensar nele a todo o momento já era uma constante em sua vida.
O mais engraçado é que no exato momento em que seu telefone tocou, ela estava com ele em mãos tentando criar coragem para discar o número dele.
Conversar com ele era realmente a intenção dela. Desejava colocar todo o seu sentimento para fora de seu peito, revelar o segredo que guardava em seu coração por tanto tempo e dizer á ele que o amava. E a intenção dela era fazer isso naquela noite.
Mas o tempo parecia estar contra Flávia. Cada segundo que passava mais parecia uma eternidade, e o seu coração acelerava ainda mais. O relógio enfim marcou as dezoito horas passadas do dia, o exato horário que marcava o fim de mais um dia de trabalho de Bruno, que já estava com os olhos cravados no relógio esperando aquele momento. Então ele se levantou correndo, pegou as chaves de sua moto em cima da mesa, colocou seu capacete e foi ao encontro de sua melhor amiga. Já não agüentava mais guardar todo aquele sofrimento para si, precisava desabafar.
Mas o tempo que parece passar tão rápido para alguns, para aqueles que anseiam ver alguém parece não passar. Depois de fazer o trajeto até a casa dela, incluindo os semáforos vermelhos que encontrou por ele, Bruno estacionou em frente à casa de Flávia, que assim que ouviu um ruído do motor correu ao portão, mas se deteve por alguns segundos antes de abri-lo.
A campainha tocou. O coração de ambos estava a mais de cem batimentos por minuto. Ela abriu o portão e então eles finalmente estavam cara a cara.
Continua...
E em um momento de distração veio em sua mente um rosto bastante conhecido. Ele só não conseguia entender porque aquela mensagem o remeteu á lembrança de sua melhor amiga. Então ele não pensou duas vezes e discou o número que sua memória mantém bem guardado. Ele precisava de alguém que pudesse o ajudar a entender o que e quem mandaria aquela mensagem pra ele.
_ Alô! – uma voz suave disse do outro lado da linha.
_ Oi Flavinha. – Bruno respondeu á voz da amiga. – Tudo bem com você? – a voz de Bruno era calma e carinhosa todas as vezes que se dirigia á Flávia.
_ Bem, e você? – Flávia também costumava ter o mesmo tom com Bruno, mas naquele momento estava diferente. Sua voz aparentava estar triste.
_ Na verdade não... – confessou ele seguido de um suspiro dela do outro lado. – Nós precisamos conversar...
_ É verdade, nós precisamos muito conversar! – ela disse num tom triste que preocupo o jovem rapaz.
_ Eu posso passar aí na sua casa mais tarde, quando sair do serviço? – perguntou ele.
_ Aham... – ela se bastou ao dizer. – Até mais tarde. – E ele só pode ouvir o barulho do telefone sendo desligado.
A forma como a conversa se passou entristeceu mais ainda Bruno, que ficou agoniado com a tristeza da amiga. Ela que sempre esteve alegre e brincalhona todos os dias desde que se conheceram.
Como já estava muito distraído e não conseguiria voltar sua atenção ao trabalho, abriu seu perfil num destes sites de relacionamentos e foi direto no álbum de fotos. Os amigos... Para Bruno aquelas pessoas tinham um papel fundamental em sua vida. Em cada festa, cada aula, cada choro... Em todos os momentos eles estavam presentes.
_ Flávia... – foi o que ele sussurrou quase que inconscientemente assim que a foto na tela do computador era somente dos dois juntos. Ela sorria olhando pra ele que fazia uma careta para a foto. Ela que era sua confidente, sua companheira, sua conselheira, ela era simplesmente tudo pra ele. Mas ele ainda insistia em dizer que amava outras, e ela era apenas sua melhor amiga.
Enquanto Bruno ainda não havia descoberto o amor que sentia por Flávia, ela já sofria por saber o que sentia por ele.
Depois que recebeu a ligação de Bruno não parava mais de pensar nele, ou melhor, não parava de pensar no que iria falar pra ele, pois pensar nele a todo o momento já era uma constante em sua vida.
O mais engraçado é que no exato momento em que seu telefone tocou, ela estava com ele em mãos tentando criar coragem para discar o número dele.
Conversar com ele era realmente a intenção dela. Desejava colocar todo o seu sentimento para fora de seu peito, revelar o segredo que guardava em seu coração por tanto tempo e dizer á ele que o amava. E a intenção dela era fazer isso naquela noite.
Mas o tempo parecia estar contra Flávia. Cada segundo que passava mais parecia uma eternidade, e o seu coração acelerava ainda mais. O relógio enfim marcou as dezoito horas passadas do dia, o exato horário que marcava o fim de mais um dia de trabalho de Bruno, que já estava com os olhos cravados no relógio esperando aquele momento. Então ele se levantou correndo, pegou as chaves de sua moto em cima da mesa, colocou seu capacete e foi ao encontro de sua melhor amiga. Já não agüentava mais guardar todo aquele sofrimento para si, precisava desabafar.
Mas o tempo que parece passar tão rápido para alguns, para aqueles que anseiam ver alguém parece não passar. Depois de fazer o trajeto até a casa dela, incluindo os semáforos vermelhos que encontrou por ele, Bruno estacionou em frente à casa de Flávia, que assim que ouviu um ruído do motor correu ao portão, mas se deteve por alguns segundos antes de abri-lo.
A campainha tocou. O coração de ambos estava a mais de cem batimentos por minuto. Ela abriu o portão e então eles finalmente estavam cara a cara.
Continua...
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